Av. dos Eucaliptos, 704 - Moema - SP - Tel (11) 5041-0996

Home | Contato | Cadastre-se | Mapa do Site | Login

Busca de conteúdo no site:
:: Aplicações e benefícios :: Síndrome Do Pânico

Sindrome do Pânico

A palavra pânico vem de uma lenda mitológica, a que conta que o deus mitológico Hermes teve um filho com Penélope. A criança, ao nascer, era tão feia que sua mãe saiu correndo! Essa criança recebeu o nome de Pã, e tinha o estranho hábito de aparecer subitamente para os viajantes, que em geral tinham uma reação de grande medo, de pânico.

Vem dessa lenda o nome da síndrome do pânico. Hoje em dia, essa síndrome é o nome médico para uma reação de grande medo, em geral com sintomas extremamente desagradáveis, que aparecem sem nenhuma razão aparente.

Para entender como é formada a síndrome do Pânico, tente imaginar que a sua cabeça é como uma casa que tem um alarme contra ladrões. Esse alarme é muito útil para situações de emergência.
No entanto, para certas pessoas, esse alarme toca sem mais essa nem aquela, sem nenhum motivo aparente. E é exatamente esse alarme que dispara de modo inesperado que chamamos de crise de pânico.

Esse é um transtorno que no geral tem início no final da adolescência e a faixa dos 30 anos. Existem casos que começam na infância e também depois dos 45 anos de idade, mas não são comuns. O número de pessoas acometidas por esse transtorno gira em torno de 3 a 5 em cada 100 pessoas, e chega a afetar 2 a 3 vezes mais mulheres que homens.


A depressão acompanha mais da metade dos pacientes com síndrome do pânico, e das pessoas que tem pânico e depressão, algo em torno de um terço tem primeiro a depressão, com os sintomas de pânico aparecendo um pouco depois. Muitos pacientes com pânico tem tendência a fazer tempestades em copo de água por pequenos motivos. Para essas pessoas,. Por exemplo, uma simples dor de cabeça é interpretada com um tumor cerebral, a sensação de coração batendo mais rápido já indica um infarto agudo.

E quais são os sintomas dessa síndrome? Na verdade são sensações bastante fortes de medo, em geral acompanhados de pelo menos quatro dos seguintes sintomas:

falta de ar,
palpitações,
dor ou desconforto no peito,
sensação de sufocamento ou afogamento,
tontura ou vertigem,
sensação de falta de realidade,
formigamento,
ondas de calor ou de frio,
sudorese,
sensação de desmaio, tremores ou sacudidelas,
medo de morrer ou de enlouquecer ou de perder o controle.

É interessante notar que quatro desses sintomas sugerem o diagnóstico de crise de pânico. Para que haja a síndrome do pânico, é necessário que esse medo e esses sintomas ocorram de forma inesperada, que sejam repetivos e que não sejam precipitados por alguma situação ou acontecimento.

Como diz o ditado popular, "desgraça pouca é bobagem”, e para piorar mais ainda a situação, é comum as pessoas que tem pânico passarem a ter medo dos locais onde a crise aconteceu. Desse modo, a pessoa tem uma crise dentro de um carro, e passa a não querer mais dirigir. Tem outra crise num lugar fechado, e passa a não querer mais entrar em shopping center ou em bancos. E assim por diante.

Para tentar diminuir esse medo, a pessoa acaba sempre procurando lugares em que a saída seja fácil, e também andar sempre acompanhada. Infelizmente essas medidas não são suficientes, e é necessário tratamento especializado.

Nossa abordagem:

O tratamento clássico, alopático, é realizado com administração de antidepressivos específicos e também ansiolíticos.

Muitos pacientes, no entanto, desejam tentar uma abordagem com substâncias que tenham menos efeitos colaterais, e é exatamente essa a proposta da nossa abordagem.

Embora alguns pacientes efetivamente tenham que fazer uso de medicação alopática, utilizamos sempre que possível substâncias que favorecem o restabelecimento químico do cérebro com menos efeitos colaterais, com menor risco de intoxicação, e que não provocam a dependência ao remédio.

O seguimento é realizado periodicamente com auxílio do equipamento EIS - Eletro Intersticial Scan, que consegue monitorar objetivamente tanto as alterações nas áreas do cérebro aonde acontece o pânico, quanto dos níveis dos transmissores químicos do cérebro que se encontram alterados. Esse equipamento foi aprovado pela agência norte-americana FDA, e pela ANVISA brasileira, o exame dura em torno de 10 minutos, é computadorizado, totalmente seguro e indolor.

Assista abaixo entrevista do Dr. Cyro Masci no programa Mulheres (TV Gazeta - São Paulo), com Cátia Fonseca, sobre a Síndrome do Pânico. As duas partes somam aproximadamente 30 minutos e abrangem vários aspectos desse problema.

Primeira parte de duas:
 




Segunda e última parte:

 


 

Compartilhe esta páginas
nas redes sociais.
© Todos Direitos Reservados